Em 1995, Fernando Leite e Pedro Torres, dois colegas engenheiros electrotécnicos que trabalhavam na antiga Blaupunkt em Braga, Portugal, com um elevado know-how na área de testes funcionais para auto-rádios, detectaram uma oportunidade de negócio e com a capacidade empreendedora que os caracteriza criaram a Controlar. No início, o cliente principal era a Blaupunkt, para a qual desenvolviam hardware e software para sistemas de teste na produção. Apoiados no seu elevado know-how e competência que lhes era reconhecidos, a Controlar cresceu de forma sólida e sustentada nos seus primeiros anos com uma estratégia de captação de mercado nacional relativo aos auto-rádios, tendo começado a trabalhar com os principais fabricantes internacionais desta área.
Em 1998 a Controlar teve a oportunidade de diversificar a sua actividade dentro da automação industrial, começando a trabalhar no sector dos plásticos e dos moldes. Concebiam máquinas para a verificação da produção de peças plásticas técnicas (indústria automóvel), de forma a testar a sua qualidade e monitorizar o seu desempenho. Outras áreas, ainda dentro do sector dos plásticos técnicos para a indústria automóvel em que a Controlar desenvolveu know-how e equipamento, foram a soldadura e corte a quente, tendo concebido linhas completamente automáticas de montagem e soldadura e máquinas semi-automáticas de corte a quente.
De 1999 a 2004, na evolução da sua actividade, a Controlar começa a dividir-se nitidamente em três unidades estratégicas de negócio:
De 2005 a 2010, trabalhando em parceria muito próxima com clientes chave a nível mundial na indústria automóvel, como é o caso da BOSCH, DELPHI e VISTEON, a Controlar começou a criar produtos, equipamentos e ferramentas standard de software que lhe permitiram uma grande alavancagem no seu negócio, potenciando o seu crescimento de uma forma exponencial com a comercialização de produtos como o BURN-IN ou SCREENING. Ao mesmo tempo e para garantir que este crescimento era consolidade e feito de forma duradoura, a Controlar apostou seriamente na certificação de qualidade ISO 9001, formando todos os seus quadros, estruturando todos os seus processos da forma mais eficiente e prática. Desta forma o cliente recebia garantias de capacidade, inovação e qualidade dos serviços e produtos fornecidos.
Em 2009 a Controlar começa a criar a sua estratégia de internacionalização. No início impulsionada pelos próprios clientes internacionais e posteriormente, de uma forma mais organizada e estratégica, co-financiada por um projecto do QREN SI-Qualificação e Internacionalização, prevendo a expansão em vários mercados e actuações estruturais de qualificação da empresa, tanto ao nivel de estratégias de Marketing como Comerciais.
No final de 2010 e inícios de 2011 registou-se mais um salto quantitativo na Controlar com a aquisição de participação em duas empresas espanholas da mesma área, mas com focos diferentes e presentes em mercados onde a Controlar ainda não se encontra implementada, como é o caso da Índia, Brasil e México. Assim, a Controlar acelera o seu projecto de internacionalização, chegando aos mercados que considera importantes de uma forma mais rápida e eficiente. Isto também permite à Controlar diversificar a sua actuação em áreas que, até então, dificilmente lhes eram acessíveis, como por exemplo a indústria aeronáutica.
Para 2011 e para reafirmar todos os novos desenvolvimentos, a Controlar decide rever toda a sua imagem de marca, tentando transmitir desta forma uma nova etapa na sua vida, uma preparação para novos desafios.
Para 2011 a 2013 há uma forte aposta na Investigação, Desenvolvimento e Inovação, estando prevista a certificação na norma portuguesa NP 4457: Sistemas de Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação, o arranque de um projecto individual de investigação e desenvolvimento QREN IDT e a continuidade do seu projecto de internacionalização e qualificação também suportado por um projecto do QREN SI-Qualificação.
Desta forma a Controlar tem vindo a criar o seu próprio caminho, contando com uma excelente equipa de profissionais motivados e preparados para novos desafios e oportunidades.